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Fé, foco e perseverança

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Selton Mello cumpre muito bem seu papel no filme "O palhaço". Ele é todos nós ali, em nossos momentos de dúvida, de descrença, de desmotivação. Esta é a falta de ânimo, vocábulo que deriva de alma. Estar desanimado é estar sem alma, é não fazer o que se deve com a confiança e a serenidade necessárias. É estar desalinhado com a força vital que conduz tudo nesse mundo. 

Quando há esse desajuste ficamos inquietos, nada parece satisfazer. Entre tantas possibilidades qual a que me fará feliz, realizado? Convenhamos, fazer o que não se gosta é mais do que uma prisão, é carregar os grilhões que nos acorrentam a todo lugar que vamos. Perceptível indiferença, que espraia seus efeitos em todos os setores de nossa vida.
Quem  contrataria uma pessoa sem brilho, sem auto-confiança, para sua empresa? Como podemos manter o ritmo de nossas vidas sem essa centelha a nos conduzir? Como ser feliz sem acreditar que estamos onde merecemos ou que lá um dia estaremos? Não podemos ter tudo o que queremos e nem devemos, mas desvencilhar-se de amarras externas e de pré-conceitos sociais é dever de todo aquele que busca um caminho de auto-consciência. 
Questionamentos são saudáveis. Isso fica evidente no momento em que Selton Mello desiste de ser palhaço e procura outro caminho. Logo percebe que a grama do outro não é tão verde assim e retorna, não por falta de opção, mas por ter encontrado a resposta que procurava. Segue assim sua sina como palhaço, mas não o palhaço triste, mais digno de piedade do que de risos, mas com a certeza de que aquela é sua missão. 
Não importa qual o nosso papel, qual o nosso sonho, o nosos mais íntimo desejo. Em tudo que fazemos devemos nos dedicar de corpo e alma. Só assim será possível vivenciarmos a sincronicidade que nos mostrará uma fagulha de felicidade.

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